Blog do Cabral

Automóvel furtado em Botuporã

Neste domingo (06), um carro foi furtado no município de Botuporã. Os principais suspeitos se chamam Rômulo e Albino, assim identificados.

Eles estavam pedindo alimentos nas cidades de Tanque Novo e em Botuporã, inclusive hospedaram em uma pousada nesta última cidade. Acompanhados com mais duas pessoas, uma criança e uma mulher, eles levaram um carro, após saírem da hospedagem, próximo da Web Açaí e partindo no sentido Riacho de Santana.

As informações do automóvel são: Gol – ano 1997 – cor cinza – 1.6 – placa CLT 6914 – cidade de Caieiras – São Paulo.

O proprietário do carro é @danillo.s.o (instagram). Qualquer informação pode entrar em contato com o número 077992038435.

Botuporã: Moradores reclamam de uma carreata durante a madrugada

Carro de som com volume alto | Cidadão Porto Belo
Foto: Reprodução da Internet

As redes sociais ficaram agitadas neste sábado (05), devido a carreata que aconteceu em Botuporã, no começo da madrugada deste começo de fim de semana. Segundo populares, o barulho foi tão alto que diversas pessoas acordaram assustadas e saíram para as janelas das casas, com apreensão para saberem o que tinha acontecido.

Muitos moradores ficaram surpresos, já que as músicas propagadas nos aparelhos de sons dos veículos eram referentes ao meio político. Além disso, em meio a uma pandemia, carreatas já não são recomendadas, pior ainda no horário em que os cidadãos buscam ter paz e sossego para dormir. Ainda não se sabe o que motivou o ato.

 

Apenas 1 município baiano ainda não confirmou teste positivo para a Covid-19

De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, neste sábado (05), mais uma cidade confirmou o teste positivo, número 1, para a Covid-19. Dessa forma, apenas Novo Horizonte, município que fica entre a Chapada e a Bacia do Paramirim, não confirmou nenhum caso de Coronavírus até hoje.
Ipupiara, que saiu da lista de zero casos da doença neste começo de fim de semana, possui 9.865 habitantes e fica entre a região da Chapada e do Oeste.
Em toda a Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 2.040 casos de Covid-19, 2.252 mais pessoas curadas do vírus e 37 óbitos, que ocorreram em diversas datas. Esse quantitativo diário de mortes pelo Coronavírus é menor que o registrado em diversos dias dos últimos meses.
Ao todo, o estado conta com 270.177 casos confirmados desde o início da pandemia, 255.397 pessoas recuperadas, 9.153 ativas e 5.627 óbitos por Covid-19. 
Confira os demais dados:

A Bahia reduz ainda mais o número de óbitos diários por Covid-19

O estado da Bahia voltou a reduzir o total de óbitos diários por Covid-19, nesta sexta (04). Nas últimas 24 horas foram confirmadas 41 mortes em razão do novo Coronavírus, que ocorreram em datas distintas. Em contrapartida, foram registrados 2.398 novos casos e 2.836 mais pessoas curadas, no mesmo período.
A unidade federativa conta com 268.137 casos confirmados para a doença, sendo que 253.145 já estão curados, 9.402 encontram-se ativos e 5.590 não resistiram e faleceram.
Demais dados:
Casos em todo o Planeta Terra – 26.499.512 positivos para a doença. Sendo 6.198.996 nos Estados Unidos, 4.091.801 no Brasil e 3.936.747  na Índia.
Total de pessoas já recuperadas no mundo –  17.617.081. Sendo 3.453.227 curados no Brasil,  3.037.151 na Índia e 2.283.454 nos Estados Unidos.
Total de pessoas que não resistiram por causa da Covid-19 – 872.390. Sendo 187.696 nos Estados Unidos, 125.502 no Brasil e 68.472 na Índia. (Dados da Johns Hopkings)

460 trabalhadores terceirizados da EMBASA serão beneficiados com acordo trabalhista

Acordo trabalhista de R$ 4,3 milhões beneficiará 460 terceirizados da Embasa
Foto: Sindae
A Justiça do Trabalho da Bahia homologou, nesta quinta (03), um acordo de R$ 4,3 milhões reais, que irá beneficiar 460 trabalhadores terceirizados da Embasa (Empresa Baiana de Águas e Saneamento). O pacto foi concretizado no Centro de Conciliação de 1º Grau do TRT-BA (Tribunal Regional do Trabalho da Bahia).
Estavam envolvidos o Sindvigilantes (Sindicato dos Empregados de Empresas de Segurança e Vigilância do Estado da Bahia) e a Vipac Segurança e Vigilância.

Bahia: Campeonato Intermunicipal de 2020 foi cancelado

Em virtude da pandemia, FBF cancela o Intermunicipal 2020
Foto: Divulgação/ FBF

O Torneio Intermunicipal de seleções na Bahia, edição de 2020, foi oficialmente cancelado nesta quinta (03). Tida como uma das principais competições de futebol amador do Brasil, o evento foi impedido de acontecer por conta da pandemia do novo coronavírus.

A FBF (Federação Bahiana de Futebol) anunciou que o campeonato não irá acontecer neste ano.

A principal causa é que, ao contrário de outros locais do Brasil que já contam com a retomada do futebol desde o mês de Junho, muitos municípios baianos não possuem estrutura para amenizar tantos efeitos da pandemia. Além disso, falta capacidade para cumprir todos os protocolos de saúde, estabelecidos pelas organizações.

A cada 15 minutos nasce um bebê de uma mãe adolescente na Bahia

por Jade Coelho/Bahia Notícias

A cada 15 minutos nasce um bebê de uma mãe adolescente na Bahia
Foto: Reprodução/Pixabay
Aos 14 anos, enquanto os colegas da mesma idade se preparavam para o ensino médio, Ana* teve a adolescência interrompida com as responsabilidades impostas por uma gravidez indesejada. A menina franzina nascida e criada em um bairro popular da abafada Feira de Santana, no interior da Bahia, foi vítima de violência psicológica e sexual desde os 13 pelo namorado de 24, neto da vizinha. A relação, que até então era mantida em segredo, foi descoberta pela família a partir do ventre aparente de uma gestação de seis meses.

 

Ana, que teve nome modificado em respeito à sua privacidade, não está sozinha. Como ela existem muitas crianças e adolescentes que fazem parte da estatística que mostra que na última década nasceram 113 bebês por dia na Bahia de mães com idades entre 10 e 19 anos.

 

Entre 2010 e 2019 chegaram ao mundo 413.167 bebês baianos de mães adolescentes. Para compreender melhor o número, é possível fazer uma comparação: se todas essas crianças fossem organizadas em uma fila indiana respeitando a recomendação atual de um metro de distanciamento social, essa fila teria cerca de 413 km de extensão, sairia de Salvador e chegaria próximo a Itabuna, no sul do estado. 

 

Enquanto a média de nascidos vivos de mães com idade de 10 a 14 anos na Bahia é de seis por dia, entre as meninas de 15 aos 19 o índice é surpreendente: nasceu um bebê a cada 15 minutos nos últimos dez anos.

 

Entre esses bebês está a filha de Ana, que nasceu em 2012, ano em que os registros de nascidos vivos de mães adolescentes na Bahia começaram a cair depois de um pico no ano anterior. O número passou de 46.713 em 2011 para 33.645 no ano passado. Uma queda de 27%.  Em 2020, até agosto, já são  17.656. 

Arte: Priscila Melo/Bahia Notícias

Não se contam nos dedos as dificuldades e tudo que a menina de Feira de Santana que se tornou mãe cedo demais teve que passar. Atualmente com 22 anos, ela fala sobre o choque com a responsabilidade e com o fato de, de repente, ter nos braços uma criança. “Eu vim saber o amor que uma mãe sente por uma filha uns três anos atrás. Porque antes eu não sabia. Quando falava isso com as pessoas elas se assustavam e perguntavam ‘como pode uma mãe não sentir um amor desses por uma filha?'”, lembra Ana. 

 

“Até que um dia eu vi uma reportagem no Fantástico que a mulher falou ‘eu amo minha filha, mas eu não amo ser mãe’, e era eu. Era a frase que eu tava precisando para minha vida. Era o que eu sentia. Eu amava minha filha, mas não amava ser mãe, até porque eu não estava preparada”, revela ela, que hoje olha para o passado e entende como lições tudo que viveu. Aprendizados que conta com a voz embargada na esperança de que sirva de lição e alerta para outras meninas.

 

Somente passados alguns anos e com sessões de psicoterapia Ana entendeu que era a vítima na história, e não a culpada como foi apontada por vizinhos e pela própria família. E passou a enxergar sob outro ângulo e entender os sentimentos em relação a tudo que viveu. 

 

Na casa de Ana educação sexual sempre foi um tabu. A criação rigorosa imposta pela mãe não permitia que o assunto viesse à tona.

 

“Era um namoro em que a gente só conversava, não se tocava. Eu tinha 13 e ele 24. Mas ele começou a me pressionar, a dizer que iria terminar porque podia namorar com uma menina que ele pudesse tocar e beijar… Eu estava apaixonada e então cedi, mas sentia muita dor, sempre”, contou. A compreensão de que se tratava de violência não só sexual, mas também psicológica, só veio depois de muito tempo.

 

O caso poderia ser enquadrado no artigo 217-A do Código Penal, que considera crime de estupro a relação sexual com menores de 14 anos, sob pena de reclusão de oito a 15 anos. O estupro contra vulnerável é aquele que tem como vítima pessoa com menos de 14 anos, que é considerada juridicamente incapaz para consentir relação sexual, que era o caso de Ana. Também conta como vulnerável a pessoa incapaz de oferecer resistência, independentemente de sua idade, como alguém que esteja sob efeito de drogas, enfermo ou ainda pessoa com deficiência.

 

Mas esse não foi o desfecho desta história. A menina guardou segredo e tudo veio à tona meses depois, com a gestação. A atitude da família foi exigir que ela fosse morar com o pai da criança. E assim ocorreu.

 

As violências não só seguiram, como aumentaram. “Eu tenho um sono pesado e acordava suja, ele se aproveitava de mim enquanto dormia”, lembra. Quando as agressões passaram a ser físicas, que ocorreram em três ocasiões, ela resolveu sair de casa e voltar a morar com a mãe, que tem sido o suporte dela desde então. E é com ela que Ana conta para ajudar financeiramente e cuidar da filha enquanto ela se dedica aos estudos no Bacharelado Interdisciplinas em Humanidades, da Universidade Federal da Bahia (Bahia). O pai da criança nunca mais apareceu. 

 

Apesar de toda ajuda, a relação de Ana com a mãe é marcada por mágoa. “A relação com a família depois que engravida tão nova muda completamente. Antes eu era a queridinha, paparicada, e depois minha mãe ficou com raiva, parece que ela não consegue mais olhar na minha cara. Ela me ama, me ajuda, eu sei, mas a relação com ela se tornou muito difícil desde então”, lamenta.

Fonte: Bahia Notícias

Boquira: Pedido de ajuda para cirurgia de Vilma

Vilma Oliveira Jesus está pedindo ajuda para realização de uma cirurgia urgente da Tireoidectomia total. O procedimento fica em torno de R$ 10.220,00 e a paciente não encontra condições necessárias para realizar tal pagamento.

Recentemente ela já fez um tratamento do câncer de mama e agora necessita fazer essa operação.

Lembrando que a cirurgia para a retirada da glândula tireóide, ou pelo menos parte dela, chama-se de tireoidectomia. O processo pode ser parcial ou total, isso depende de diversos fatores, que são discutidos entre o médico e o paciente.

No caso de Vilma, será a Tireoidectomia Total.

Dessa forma, ela pede encarecidamente, em redes sociais, a colaboração de quem puder.

Para doar, basta fazer depósito ou transferência para a Conta Poupança Bradesco 0029575 2; Agência 0272 0 

Desde já, ela e toda sua família agradece a todos.

Veja os dados mais recentes para a Covid-19

O estado baiano registrou, nas últimas horas, 2.881 novos casos de Covid-19, 3.373 novas pessoas curadas e 54 óbitos, que ocorreram em diversas datas e tiveram a confirmação nesta quarta (02). No mesmo período, em todo o Brasil foram confirmados 46.934 testes positivos para o novo Coronavírus e 1.184 mortes pela doença.

No geral, desde o começo da pandemia, a Bahia contabilizou 262.299 pessoas infectadas pela doença, na qual 247.249 já estão curadas, 9.548 encontram-se ativas e 5.502 não resistiram, em decorrência do vírus.

Vale ressaltar que a unidade federativa conseguiu reduzir o número de pessoas com o vírus ativo para menos de 10 mil, depois de muito tempo acima desse valor.